quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Money talks 2

Ainda no assunto do post anterior, eu estava lendo um artigo do Charles Murray no Wall Street Journal em que ele defende um maior incentivo do governo para cursos vocacionais e de curta duração. Sua tese é que a grande facilidade de entrar na faculdade e pagar por ela tem atraído estudantes que não são capazes de tirar dela o máximo proveito.
Eu concordo com ele de que um diploma de bacharelado não deveria ser símbolo de status ou ascenção social, e que muitas pessoas se sentiriam realizadas executando profissões em demanda que não requerem quatro anos de faculdade. Aqui, parece ser comum carpinteiros com talento que ganham mais do que médicos, por exemplo.
Mas eu acredito que o estado não deve ser gerenciado como uma empresa, com o lápis na orelha e máquina de calcular na mão fazendo o balanço entre a entrada de impostos e a saída de recursos. É de interesse dos governos que sua população esteja satisfeita, e se um dos caminhos para esta satisfação é a educação, que ele seja louvado. Se algum dia eu fosse governar algum povo, eu preferiria que ele tivesse um alto nível de educação, mesmo não fazendo 'bom-proveito' destes conhecimentos nos trabalhos que realizam e com o qual pagam impostos.

Um comentário:

Mara disse...

Meu filho, uma educação de alto nível deve servir obrigatoriamente p/melhorar o nível de vida de uma comunidade inteira. O governo está certo nisso. Por isso o Canadá é mto bem visto no mundo. O estudo só é bom qdo muda o q está em volta. Bjos.